O termo ecologia pode ser definido como sendo o estudo entre os seres vivos e o ambiente em que se encontram. Todas as relações existentes entre os seres vivos e entre estes, e o meio ambiente em que vivem.
Para entendermos todo o processo é preciso que saibamos alguns conceitos básicos como:
b) ESPÉCIE: É o conjunto de indivíduos que são capazes de produzir descendentes férteis. A espécie é uma unidade ecológica com características próprias, e com um patrimônio genético próprio.c) SUBESPÉCIES: Também conhecido como raças são populações da mesma espécie que diferem entre si quanto a determinadas características. A formação de subespécies se dá geralmente por um processo denominado de IRRADIAÇÃO ADAPTATIVA.
d) IRRADIAÇÃO ADPTATIVA: processo de isolamento geográfico de população da mesma espécie que vão se tornando geneticamente diferentes.
e) POPULAÇÃO BIOLÓGICA: É o conjunto de indivíduos da mesma espécie que vivem em um determinada área geográfica.f) COMUNIDADE: É o conjunto de várias populações de diferentes espécies. A comunidade constitui o que chamamos de biocinese.
g) FATORES BIÓTICOS: São os fatores vivos de uma comunidade, os próprios seres vivos.
h) FATORES ABIÓTICOS: são os componentes físicos e geoquímicos do ambiente (biótopo).
i) HABITAT: É o ambiente em que vive uma determinada espécie ou comunidade.
j) NICHO ECOLÓGICO: É o conjunto de interações adaptativas da espécie. É a função desempenhada pela espécie.
k) ECOSSISTEMA: É a unidade que descreve todas as relações entre os componentes bióticos e os abióticos, formando um sistema estável.
1. ORIGEM DAS ESPÉCIES
A anagênese envolve processos onde uma determinada característica pertencente a uma determinada população, surge ou se modifica com o passar do tempo levando à formação de novas características evolutivas. A mutação e a permutação são exemplos de processos anagênicos.

A especiação alotrópica envolve o isolamento geográfico e consequentemente o isolamento reprodutivo. O isolamento geográfico é o processo de separação entre espécies de uma mesma população criadas por barreiras geográficas como, por exemplo, a formação de montanhas ou até mesmo alterações climáticas. Uma vez separadas por estas barreiras a troca de genes entre os membros deixará de ocorrer e, se por acaso houver alguma mutação, esta não será compartilhada com os demais indivíduos. Após um período de isolamento geográfico, caso as populações que antes eram apenas uma, se tornarem tão diferentes uma da outra, a troca de genes entre elas não mais ocorrerá caracterizando o chamado isolamento reprodutivo.
O isolamento reprodutivo é um fator de extrema importância para explicar a enorme diversidade animal. Os principais mecanismos que podem levar ao isolamento reprodutivo são:
a) Isolamento pré-zigótico: são formas de isolamento que impedem a fecundação. Isso pode ser provocado por diferenças na época reprodutiva, ocupação diferencial de hábitats, diferenças nos órgãos reprodutores e mortalidade dos gametas.
b) Isolamento pós-zigótico: são formas de isolamento que, apesar de haver a fecundação, por algum motivo ocorre a morte do embrião. Isto pode ocorrer devido à fecundação entre indivíduos de espécies diferentes, pela esterilidade do híbrido (mula e burro originando o jumento) ou pela mortalidade do zigoto.
A evolução ocorre em dois níveis: anagênese e cladogênese. O processo de anagênese consiste na mudança progressiva e gradual de uma determinada espécie que acaba por levar á uma adaptação evolutiva. O processo de cladogênese é tido como sendo o processo em que duas populações isoladas se diferenciam originando duas novas espécies.
2. PRINCÍPIO DE GAUSE
As principais conseqüências da competição entre espécies são:
a) Extinção de uma determinada espécie;
b) Saída de uma espécie.

3. CADEIAS E TEIAS ALIMENTARES
Cadeias alimentares são separadas em níveis tróficos. O primeiro nível trófico é sempre representado pelos organismos que são os produtores, ou seja, os seres autótrofos. Os representantes do segundo nível são conhecidos como consumidores primários, ou seja, são aqueles que se alimentam diretamente dos produtores. São, em geral, organismos herbívoros. Os animais, que por sua vez, se alimentam dos consumidores primários são denominados de consumidores secundários, ocupando o terceiro nível trófico. A cadeia alimentar segue até que seja alcançado o último nível trófico, representado pelos microorganismos decompositores da matéria orgânica que são responsáveis pela obtenção de energia e nutrientes.
Alguns organismos como os homens, podem ocupar mais de um nível trófico diferente em uma mesma cadeia alimentar. São chamados de organismos onívoros, ou seja, que se alimentam tanto de vegetal quanto de animal. Quando várias cadeias interligam-se formam o que denominamos de teia alimentar. Seguem-se os exemplos abaixo:


