O Sistema Nervoso Central e Periférico – Fisiologia Humana

A capacidade do animal de receber, interpretar e responder a estímulos ambientais e internos dá-se por meio do tecido nervoso, que tem como unidade funcional, as células nervosas, também chamadas de neurônios. Há ainda a presença de outras células, denominadas neuróglias (ou células da glia), que são responsáveis por proteger e nutrir os neurônios.

TECIDO NERVOSO

Antes de darmos início ao estudo do sistema nervoso, vamos relembrar as principais características do tecido nervoso.
Representação

1. CARACTERÍSTICAS

O tecido nervoso é o constituinte principal do sistema nervoso, responsável pela integração entre as várias partes do corpo humano. Para termos um bom entendimento do tecido nervoso é necessário que façamos uma pequena “viagem” ao sistema nervoso. Vamos apenas conhecer um pouco desta estrutura tão complexa.

O sistema nervoso é formado por um encéfalo, pela medula espinhal e por nervos. Ele pode ser dividido em sistema nervoso central (encéfalo e medula espinhal) e em sistema nervoso periférico (nervos e gânglios). As células do sistema nervoso, e consequentemente as células do tecido nervoso são os neurônios, que vamos estudar a partir de agora.


2. OS NEURÔNIOS

Os neurônios são células altamente especializadas com função de transmitir, ou seja, de conduzir, os impulsos nervosos. Os neurônios são as células responsáveis pela recepção e transmissão dos estímulos do meio (interno e externo), possibilitando ao organismo a execução de respostas adequadas para a manutenção da homeostase. Para exercerem tais funções, contam com duas propriedades fundamentais: a irritabilidade (também denominada excitabilidade ou responsividade) e a condutibilidade. Com isso, perguntamos: mas o que são os impulsos nervosos? Bem, os impulsos nervosos são alterações elétricas que se propagam através da membrana plasmática das células nervosas. Estas alterações serão estudadas mais adiante.

Vimos então que os neurônios são células responsáveis pela condução do impulso nervoso. Mas do que é formado um neurônio? Toda e qualquer célula é formada por uma membrana plasmática, um citoplasma e um núcleo. O neurônio não foge a regra. O núcleo e o citoplasma do neurônio estão localizados em uma região do neurônio a qual denominamos de corpo celular. Esta estrutura apresenta, ao seu final, vários prolongamentos formando o que chamamos de fibras nervosas. Estas fibras, por sua vez, podem ser de dois tipos: dendritos e axônio.

Esquema de um Neurônio - Histologia Biologia Tecido Nervoso
Representação

Figura 1. Esquema de um Neurônio.


As terminações ditas dendritos são prolongamentos responsáveis pela recepção dos estímulos nervosos originários de outros neurônios ou das células sensoriais, como as células do epitélio. Já as terminações ditas axônios são responsáveis pela condução do impulso nervoso originário dos dendritos e do corpo celular para as demais células. São terminações bem maiores do que os dendritos.

O axônio está envolvido por um dos tipos celulares seguintes: célula de Schwann (encontrada apenas no SNP) ou oligondrécitos (encontrado apenas no SNC). Em alguns axônios, estes dois tipos celulares serão responsáveis pela formação da bainha de mielina que atua como isolante térmico e facilita a transmissão do impulso nervoso. Estes axônios, por possuírem a bainha de mielina são ditos axônios mielinizados. Os axônios envoltos pela bainha de mielina possuem, ao seu redor, regiões de descontinuidade da bainha de mielina, formando uma espécie de estrangulamento denominada nódulo de Ranvier.

Esquema de um Neurônio - Fisiologia Humana

Representação

Figura 2. Esquema de um Neurônio (2).
Conforme o tipo de dendritos e de axônios presentes nas células nervosas podemos classificar os neurônios como sendo:

a) Multipolares: apresentam um só axônio e vários dendritos;

b) Bipolares: apresentam apenas um axônio e um dendrito em um neurônio;

c) Pseudo-unipolar: apresentam apenas um dendraxônio.

Uma outra classificação para os neurônios é quanto à sua função. Neste caso, eles podem ser classificados em:
a) Aferentes (sensitivos): que são aqueles que conduzem os impulsos nervosos de órgãos dos sentidos e das células sensoriais para o sistema nervoso central;
b) Eferentes (motores): que são aqueles que conduzem os impulsos nervosos do sistema nervosos central para os órgãos como os músculos;


c) Associativos: que são aqueles que fazem a conexão entre os neurônios.

3. TRANSMISSÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS

Para entendermos melhor a transmissão do impulso nervoso vamos recordar um pouco sobre um tipo de transporte ativo que ocorre na membrana plasmática: bomba de sódio e potássio. Neste tipo de transporte ocorre a entrada de sódio na célula e a saída de potássio. A bomba, por sua vez bombeia ativamente o sódio para fora, enquanto o potássio é bombeado ativamente para dentro. Vale lembrar que esse bombeamento não ocorre de forma igual, ou seja, para cada três íons sódio bombeados para o líquido extracelular, apenas dois íons potássio são bombeados para o líquido intracelular.

O neurônio pode apresentar duas condições básicas: ou está em repouso, ou está estimulado. Ao se encontrar em repouso, temos que o meio intracelular é eletricamente negativo quando comparado com o meio extracelular o que é denominado de potencial eletronegativo. Isto ocorre porque a célula em repouso é praticamente impermeável ao sódio, ou seja, impede a movimentação deste íon a favor de seu gradiente de concentração (de fora para dentro). Entretanto, nesta mesma condição de repouso, a membrana é altamente permeável ao potássio, que, favorecido pelo gradiente de concentração e pela permeabilidade da membrana, se difunde livremente para o meio extracelular. Com isso, a saída de sódio torna-se bem maior que a entrada de potássio, gerando assim uma diferença de cargas elétricas entre os meios intra e extracelular. Com isso, no neurônio em repouso há uma diferença de potencial elétrico entre os dois meios da célula o que é chamado potencial de repouso da membrana. Dizemos, então, que a membrana está polarizada.

Com o início do estímulo, é formada uma série de alterações elétricas que percorrem o neurônio sempre no sentido dendrito / axônio. Esta alteração elétrica é uma inversão brusca das cargas, fazendo com que o meio intracelular torna-se agora mais positiva que o meio externo. Este fenômeno é conhecido como despolarização. Entretanto, esta inversão de cargas dura apenas segundos havendo o restabelecimento normal das cargas em um processo chamado de repolarização. Contudo, uma vez que houve a despolarização de uma área este processo se repete nas demais áreas propagando-se até os axônios como um impulso nervoso. Esta diferença de potencial entre os dois meios celulares é denominado de potenciais de ação. O impulso nervoso, então, nada mais é do que a propagação do potencial de ação ao longo do neurônio.

Transmissão dos Impulsos Nervosos - Histologia Sistema Nervoso
Representação

Figura 3. Esquema da Transmissão dos Impulsos Nervosos.

Transmissão dos Impulsos Nervosos - Histologia  NervosoTransmissão  dos Impulsos Nervosos - Histologia Humana Sistema Nervoso
Representação

Figura 4.
Esquema da Transmissão dos Impulsos Nervosos.


Ao atingir um axônio o impulso nervoso é transmitido a outro neurônio. Entretanto, não há contato físico entre dois neurônios. A região mais próxima entre dois neurônios é a região onde ocorre a transmissão do impulso de uma célula para outra. A esta região damos o nome de sinapse nervosa. A sinapse não é exclusiva entre o axônio de um neurônio com o dendrito de outro neurônio. Há sinapses entre, por exemplo, um axônio com uma célula muscular (sinapse muscular), entre dois axônios, etc. Nestas regiões há a atuação de substâncias químicas conhecidas como neurotransmissores. Os principais neurotransmissores são:

a) Acetilcolina: é o mais abundante neurotransmissor nas junções neuromusculares e em muitas regiões no sistema nervoso central. Geralmente não é utilizada como droga a ser administrada uma vez que é rapidamente clivada por enzimas colinesterases, porém costuma ser útil em algumas aplicações oftálmicas.

b) Adrenalina: Também conhecida como epinefrina é responsável por estimular os sistemas adrenérgicos. Causa vasoconstrição sistêmica e relaxamento do sistema gastrointestinal, estimula o coração e dilata os vasos brônquicos e cerebrais. É utilizado na asma e na falência cardíaca e para retardar a absorção de anestésicos locais.

c) Serotonina: Um mensageiro bioquímico e regulador, sintetizado a partir do aminoácido essencial L-Triptofano. Em humanos é geralmente encontrada no sistema nervoso central, no trato gastrointestinal e nas plaquetas sangüíneas.
A serotonina está envolvida em importantes funções fisiológicas, incluindo neurotransmissão, motilidade gastrointestinal, homeostase e integridade cardiovascular.

d) Dopamina: é um neurotransmissor, precursor natural da adrenalina e da noradrenalina. Tem como função a atividade estimulante do sistema nervoso central. A dopamina também está associada ao Mal de Parkinson e à Esquizofrenia. A dopamina está por trás da dependência do jogo, do álcool e de outras drogas.

4. SISTEMA NERVOSO

Uma vez estudado o tecido nervoso formador do sistema nervoso vamos passar agora para algo mais complexo. O sistema nervoso é composto basicamente por medula espinal, nervos e gânglios nervosos. Podemos subdividir o sistema nervoso em sistema nervoso Central (SNC) e em sistema nervoso Periférico (SNP).

4.1 SISTEMA NERVOSO CENTRAL

4.1.1 ENCÉFALO

O sistema nervoso central é formado pelo encéfalo e pela medula espinal. O encéfalo, por sua vez, é subdividido em telencéfalo (hemisférios cerebrais), diencéfalo (tálamo e hipotálamo), cerebelo, e tronco cefálico. O tronco cefálico, por sua vez, se divide em Bulbo, Mesencéfalo e Ponte. (Figura 5).

Esquematização do Sistema Nervoso Central - Fisiologia Humana
Representação
Figura 5. Esquematização do Sistema Nervoso Central.
O encéfalo é envolvido por estruturas denominadas meninges, que são originárias do tecido conjuntivo. Estas meninges podem ser atacadas por vírus ou bactérias, sendo estas geralmente mais brandas, provocando o que chamamos de meningites. Quando as meninges são atacadas por um microorganismo o corpo reage com suporte de leucócitos (células de defesa) para a região das meninges, lá a reação entre as células de defesa e o agente infeccioso causa uma reação inflamatória. Esta reação inflamatória é característica pelo aumento do número de leucócitos e formação de anticorpos contra aqueles agentes. E é demonstrada através do líquor cefalorraquidermo que obtemos através da função lombar. Com isso, no líquor o número de leucócitos aumenta, a reação de defesa faz aumentar a concentração de proteínas e diminuir a de glicose (açúcar consumido pelas células). Podemos ver os agentes causadores através da Bacterioscopia. Os sintomas são: febre alta e persistente, dor de cabeça, vômitos em jato rigidez de nuca são os sintomas principais em crianças acima de um ano de idade. Em crianças abaixo de um ano e com a moleira aberta, o aboulamento desta é um excelente sinal.

O espaço entre as meninges e o sistema nervoso é preenchido por um líquido denominado líquido cerebrospinal (cefalorraquidiano). Dentre as partes do encéfalo, o telencéfalo é a mais desenvolvida.

Vamos estudar agora o cérebro. O cérebro é formado basicamente por: cerebelo, tálamo, hipotálamo, bulbo, glândula pituitária e ponte. Esta estrutura, propriamente dita, é o conjunto que envolve o telencéfalo e o diencéfalo. Ele é dividido em duas regiões, ou melhor, em dois hemisférios: hemisfério direito e o hemisfério esquerdo. No cérebro existe a chamada substância cinzenta que é a região mais externa dos hemisférios, sendo formada pelos corpos celulares dos neurônios; e a chamada substância branca, que é formada pelos dendritos e axônio (neurofibras), que levam a informação ao córtex e trazem a resposta para o funcionamento corporal. Além destas estruturas, o cérebro possui áreas conhecidas como lobos, que coordenam determinadas funções (Figura 5).

Representação do Cérebro e os Centros de Controle - Sistema Nervoso
Representação

Figura 6. Representação do Cérebro e os Centros de Controle.

Falamos que o cérebro é formado pelo diencéfalo e o telencéfalo. O diencéfalo, por sua vez é formado de duas pequenas estruturas de enorme importância: tálamo e o hipotálamo. O Tálamo encontra-se na base do cérebro e tem função de direcionar o impulso nervoso para as áreas certas do cérebro e de retransmitir estes impulsos. O hipotálamo está localizado abaixo do tálamo e atua na homeostase, ajudando a equilibrar as funções do corpo. Por exemplo, esta estrutura atua no controle do apetite e da temperatura. É a estrutura que faz a ligação entre o sistema nervoso e o sistema regulador (endócrino).

Outra estrutura do cérebro é o bulbo ou também chamado de medula oblonga. Esta estrutura é responsável por controlar funções vitais como os batimentos cardíacos e a respiração. Temos de destacar também o cerebelo. Este recebe as informações do encéfalo e da medula espinhal atuando na coordenação dos movimentos e orientando a postura corporal. Quando uma parte do corpo se move, o cerebelo coordena a movimentação das demais partes do corpo.

A glândula pituitária ou também chamada de hipófise é considerada a glândula mestra da vida. Ela é responsável, como veremos mais adiante, pela síntese de inúmeros hormônios. Por fim, vamos destacar a ponte, que é responsável por coordenar os movimentos dos olhos, pescoço e atua também na manutenção da postura corporal.

O Mapa do Cérebro - Sistema Nervoso
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Figura 7. O Mapa do Cérebro.

4.1.2 MEDULA ESPINAL

A medula espinal se assemelha a uma espécie de “cano” onde, externamente é revestida por meninges e internamente preenchida pelo líquido cefalorraquidiano. Ainda na parte interna a medula espinal é rica em corpos celulares de neurônios sendo que as terminações destes ficam na base periférica da medula. A medula espinal desempenha as seguintes funções:

a) Atua na condução de impulsos nervosos para o encéfalo e para o corpo;

b) Atua como centro nervoso de atos involuntários.

Uma lesão medular ou trauma raqui-medular é fruto de um choque traumático. A lesão é completa quando não existe movimento voluntário abaixo do nível da lesão e é incompleta quando há algum movimento voluntário ou sensação abaixo do nível da lesão. A medula pode também ser lesada por doenças (causas não traumáticas), como por exemplo, hemorragias, tumores e infecções por vírus.

 Lesões Medulares - Sistema Nervoso
Representação

Figura 8. Lesões Medulares.
4.2 SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO

O sistema nervoso periférico é formado por nervos e por gânglios nervosos. Ele é subdividido em sistema nervoso periférico autônomo e em sistema nervoso periférico somático.

Os nervos são conjuntos de filamentos que saem ou do encéfalo ou da medula espinal atingindo todas as partes do corpo. Os nervos podem ser classificados de acordo com o tipo de neurônio que possui, ou de acordo com sua localização no corpo. Os diferentes tipos de nervos são:

a) Nervos Motores (Eferentes): São aqueles formados por neurônios motores, ou seja, conduzem os impulsos do sistema nervoso central para os músculos;

b) Nervos Sensitivos (Aferentes): São formados por neurônios sensitivos, ou seja, conduzem os impulsos das células sensoriais para o sistema nervoso central;

c) Nervos Mistos: Formados por neurônios motores e sensitivos;

d) Nervos Cranianos: São nervos ligados ao encéfalo. O homem apresenta 12 pares de nervos cranianos;

e) Nervos Raquidianos: São os nervos ligados à medula espinal. O homem apresenta 31 pares de nervos raquidianos. Estes ligam a medula espinal às células sensoriais e aos músculos. Estes nervos se ligam à medula espinal através de fibras chamadas raízes do nervo.

Conhecendo-se os diferentes tipos de nervos fica fácil estudar como se dá o processo denominado de ato reflexo ou também chamado de resposta medular reflexa. Ao sentirmos, por exemplo, nosso braço se queimar nossa resposta é imediata. As células sensoriais sentem a alta temperatura e através do neurônio sensitivo o impulso atinge a medula espinal sendo transmitido ao neurônio associativo que retransmite este impulso ao neurônio motor conduzindo a resposta ao músculo.
Falamos que o sistema nervoso periférico pode ser classificado em autônomo ou somático. O sistema nervoso periférico somático possui a função de conduzir os estímulos, tanto externo quanto os internos, ao sistema nervoso central e, destes para os músculos estriados esqueléticos. O sistema nervoso periférico autônomo (visceral) atua na regulação do ambiente interno do corpo e no controle de atividade dos sistemas digestórios, cardiovascular, urinário e endócrino. Entretanto, este sistema nervoso periférico pode ser subclassificado em dois outros sistemas: simpático e parassimpático (Figura 8). Basicamente, a diferença entre eles é que o simpático é constituído por nervos raquidianos e os neurotransmissores liberam noradrenalina ou a adrenalina. Já o parassimpático é formado por nervos raquidianos e cranianos e os neurotransmissores sempre liberam acetilcolina.
Sistema Nervoso Periférico Autônomo - Sistema Nervoso

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Figura 9. Sistema Nervoso Periférico Autônomo.

5. PRINCIPAIS DISTÚRBIOS NEURAIS

5.1 ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL

Um Acidente vascular cerebral (AVC) é caracterizado pela falta de irrigação sanguínea a uma determinada área do cérebro. Os sintomas de uma AVC podem variar dependendo da localização e da extensão da área afetada pela falta de oxigenação. Os principais sintomas são: Diminuição ou perda da e sensibilidade no braço, face ou de um lado do corpo; Perda da visão em um ou nos dois olhos; Dores de cabeça intensas e súbitas; Alteração aguda da fala com distúrbios da fala. Os principais fatores que predispõem ao AVC são: taxa elevada de colesterol, hipertensão, diabetes melitos, tabagismo, obesidade e pílulas anticoncepcionais. Mudanças alimentares e físicas, acompanhadas de tratamento e acompanhamento médico são algumas medidas de se tentar reverter o quadro.

5.2 MAL DE ALZHEIMER

A doença de Alzheimer é uma forma bastante comum de demência, ou seja, deterioração das funções mentais. Os principais sintomas são: perda de memória temporária e permanente, perda da fala, incapacidade de tomar decisões, etc. Não há um diagnóstico próprio e nem há cura para esta doença.

5.3 MAL DE PARKINSON

O mal de Parkinson é caracterizado por atingir o sistema nervoso central e comprometer os movimentos. Não há uma causa determinante. Os principais sintomas são tremores, lentidão na fala, dificuldade de locomoção. O tratamento pode ser medicamentoso (evita a diminuição da dopamina – neurotransmissor) ou cirúrgico.

5.4 POLIOMELITE

A poliomelite é uma doença causada por vírus que atinge a medula espinhal. Pode levar a paralisia. Há vacina para o combate da doença. A transmissão é via fecal-oral ou oral-oral.

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