O tecido ósseo é um tecido de sustentação que possui células denominadas osteoblastos (quando jovens), responsáveis pela produção de fibras e material intercelular, o qual é, posteriormente, enriquecido por sais de cálcio, tornando-se rígido e resistente.
1. TECIDO ÓSSEO

ReproduçãoFigura 1. Tecido Ósseo.
Os osteoblastos são células jovens responsáveis pela formação da parte orgânica da matriz óssea. Os osteócitos são osteoblastos maduros e são essenciais para a manutenção da matriz óssea. Por fim, os osteoclastos são as células ósseas mais velhas do corpo, sendo responsáveis pela reabsorção do tecido ósseo. Os osteoclastos são originários da fusão de células sanguíneas denominadas de monócitos. São células grandes e multinucleadas.

Figura 2. Matriz Mineralizada e não Mineralizada – Osteócitos e Osteoclasto.
Um dos processos mais importantes do tecido ósseo é a sua ossificação, ou seja, a formação do tecido ósseo que ocorre a partir de uma cartilagem ou de uma membrana do tecido conjuntivo. Existem dois tipos de ossificação. A primeira delas é denominada de ossificação endocondral que é a substituição gradativa do tecido cartilaginoso pelo tecido ósseo. Essa é a ossificação responsável pela formação da maioria de nossos ossos durante a vida embrionária. O segundo tipo de ossificação é denominado de ossificação intramembranosa que é a formação do tecido ósseo no tecido conjuntivo que servirá de molde para o osso.
A regeneração dos ossos ocorre da seguinte maneira: Ao se ter uma fratura, os macrófagos e os osteoclastos removem os coágulos e a matriz óssea que foi destruía. Há também a remoção dos osteócitos que morreram. Em seguida, as células mesenquimais que são responsáveis pela formação das células ósseas passam a se multiplicar diferenciando-se em osteócitos e osteoblastos. Com isso, há a formação do chamado “calo ósseo” que com o tempo vai se organizando até haver a formação de um novo tecido ósseo.